sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Macau é uma Ilha muita pequena que situa no Sul da China, foi nessa Ilha que eu nasci e cresci.
Fui morar para Portugal na altura quando entrgaram Macau para China. Tenho muitas saudades da minha Ilha; por isso vou partilhar nesse blogue as minhas memórias,recordações e saudades!





Ruína de S.Paulo - Quando eu era pequena brincava muitas vezes nessas escadas...

As Ruínas de S. Paulo são os restos (ruínas) da outrora Igreja da Madre de Deus e do adjacente Colégio de São Paulo, ambos destruídos por um incêndio em 1835. A antiga Igreja da Madre de Deus, o Colégio de São Paulo e a Fortaleza do Monte foram todas construídas pelos jesuítas e este conjunto pode ser identificado como a "Acrópole" de Macau. Tudo o que resta da maior e mais bela das igrejas de Macau é a imponente fachada de granito e a escadaria monumental de 68 degraus. Em contrapartida, não restou muitas coisas do Colégio.

As Ruínas de São Paulo, juntamente com a Fortaleza do Monte, estão incluídos na Lista dos monumentos históricos do "Centro Histórico de Macau", por sua vez incluído na Lista do Património Mundial da Humanidade da UNESCO. Pode-se considerar que esta imponente estrutura é o símbolo máximo da cultura ocidental-cristã em Macau.

Segundo o "Atlas mundial de la arquitectura barroca" (uma publicação da UNESCO em 2001), a fachada da Igreja, juntamente com o Igreja de S. José, é um exemplo único da arquitectura barroca na China. As Ruínas de S. Paulo são um dos melhores exemplos do valor universal excepcional de Macau.

As Ruínas de São Paulo, mais concretamente a Igreja da Madre de Deus (ou Igreja de São Paulo), foram classificadas, em 2009, como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo.






Capela da Nossa Senhora de Penha - A Capela de Nossa Senhora da Penha, também conhecida como a Ermida de Nossa Senhora da Penha e como a Capela de Nossa Senhora do Bom Parto, foi construída em 1622 (ano da invasão holandesa a Macau) pela tripulação e passageiros de um barco que quase havia sido capturado pelos holandeses, por cima de uma colina, ao lado do baluarte de Nossa Senhora do Bom Parto. Antigamente, a capela servia como local de peregrinação para marinheiros católicos que embarcavam para uma viagem perigosa.

A capela foi completamente reconstruída, juntamente com o paço episcopal (residência do bispo de Macau), em 1837, continuando a manter a sua traçada simples. Em 1892, a capela começou a ser ampliada, depois de ser demolido o baluarte. Em 1935, o Bispo Cardeal D. José da Costa Nunes completou a amplificação e reedificação da capela e inaugurou a magnífica torre sineira.

No adro da capela foi erguida uma estátua da Nossa Senhora do Bom Parto, feito em mármore, de mãos fechadas, de face serena e olhando para o mar, como se ela estivesse a oferecer protecção aos marinheiros e pescadores, sendo essa a razão por que lhe foi dada o nome de "Bom Parto". Perto da capela, encontra-se uma réplica da gruta da Nossa Senhora de Lourdes, em memória da aparição da Nossa Senhora em Lourdes, França.

A colina onde se situa a capela chama-se "Colina da Penha" e "Monte do Bispo", em memória ao antigo bispo de Macau, D. João Paulino.






Avenida da República - Trabalhei durante 5 anos nessa casinha rosa, na altura pertencia ao Gabinete do Governador...






Monumento Amaral - A remoção do monumento, aconteceu a 28 de Outubro de 1992







Ponte de Macau (Taipa) - Eu passava sempre nessa ponte quando ia às praias e colónia de férias...

A construção iniciou-se em 1970... a inauguração aconteceu a 5 de Outubro de 1974. O arquitecto Edgar Cardoso foi o autor do projecto. Tem 3,4 Km de extensão.
Mudou por completo a vida de Macau e das ilhas. Hoje em dia são 3 as pontes que ligam Macau à Taipa.
O seu formato lembra um dragão (cuja cabeça é o hotel Lisboa). Ficou com o nome de Nobre de Carvalho, em homenagem ao governador (1966-1974).
Actualmente é utilizada somente por transportes públicos.






Jetfoil de Macau - Eu adorava andar nesse barco...






Avenida Marginal - O Liceu onde eu andava era nessa Avenida...






Farol de Guia - Eu brincava muitas vezes ás escondidas...

O Farol da Guia, é um farol macaense localizado na colina de mesmo nome, próximo do canto SE da península de Macau, região administrativa especial na costa do Mar do Sul da China.

É uma torre de alvenaria de pedra, em forma de tronco de cone, com cerca de 13,5 m de altura. A base do farol tem um diâmetro de 7 m que se estreita até aos 5 m no topo, onde foi construída uma galeria circular de serviço, e uma outra mais abaixo, de observação. A torre de 3 andares, pintada de branco com bordadura amarelo-dourado, tem um exterior rústico e simples, em harmonia com a capela que lhe está adjacente. Uma lanço de escada em espiral, situado no interior da estrutura, permite o acesso à lanterna com cúpula vermelha.[1][2]

O Farol da Guia foi construído no interior da Fortaleza de mesmo nome, junto da Capela de Nossa Senhora da Guia, e está com estes incluído na Lista dos monumentos do "Centro Histórico de Macau", classificado como Património Mundial da Humanidade da UNESCO.





Famoso Rochedo - Templo A-Ma





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Dança do Leão - Adoro...






Barco Pintado na Pedra - Templo A-Ma






Porta do Templo A-Ma - Eu não gostava de entrar no templo, por causa do cheiro dos issensos, mas era muito giro ver os chineses a rezarem...






Vista Parcial do Templo A-Ma O Templo de A-Má, que se localiza à entrada do Porto Interior (no extremo-sul da Península de Macau), a meio da encosta poente da Colina da Barra, já existia antes da própria Cidade de Macau ter nascido. Especula-se que o templo foi construído pelos pescadores chineses residentes de Macau no séc. XV, para homenagear e adorar a Deusa A-Má (Deusa do Céu), chamada também de Tin Hau, Mazu ou Matsu. Esta divindade taoísta é muito venerada em todo o Sul da China e em várias partes do Sudeste Asiático e é considerada como a protectora dos pescadores e marinheiros. Crê-se que os portugueses desembarcaram pela primeira vez em Macau, possivelmente no ano de 1554 ou 1557, precisamente à entrada do Porto Interior, também chamada pelos pescadores chineses de "Baía de A-Má". Segundo as lendas do séc. XVI, o nome da Cidade deriva precisamente da palavra em cantonense "A-Má-Gau", que significa literalmente Baía de A-Má.

O Templo de A-Má está incluído na Lista dos monumentos históricos do "Centro Histórico de Macau", por sua vez incluído na Lista do Património Mundial da Humanidade da UNESCO. Pode-se considerar que este templo é o símbolo máximo da cultura chinesa em Macau.

É composto pelo Pavilhão do Pórtico, o Arco Memorial, o Pavilhão de Orações, o Pavilhão da Benevolência, o Pavilhão de Guanyin e o Pavilhão Budista Zhengjiao Chanlin, cada um disposto harmoniosamente com o ambiente natural circundante e contribuindo para a beleza do conjunto. Cada pavilhão é dedicado ao culto de uma divindade chinesa, algo que torna o templo um exemplo singular das diversas influências da cultura chinesa, passando pelo taoísmo, confucionismo, budismo e pelas diversas crenças populares. Os pavilhões datam de épocas diferentes, sendo a configuração actual datada de 1828.

O Pavilhão das Orações, também conhecido por "Primeiro Palácio da Montanha Sagrada", foi construído em granito no ano de 1605 e restaurado no ano de 1828, como indica uma placa de madeira na sua entrada. Este pavilhão, com telhado verde de beirais decorativos de pontas levantadas e janelas com grades, é dedicado à deusa dos navegantes, Tian Hou.

O Pavilhão da Benevolência, de telhado verde semelhante ao do Pavilhão das Orações, data de 1488, pensando-se que pertence à estrutura original do templo. Durante a sua construção, para além de usar granito, foi usado também tijolos. É um pavilhão de menores dimensões, tirando proveito do declive natural da Colina da Barra.

Um pouco acima, na mesma colina, encontra-se o Pavilhão de Guanyin, construído em tijolo. A data da construção deste pavilhão é desconhecida, mas conhece-se a data da sua restauração que foi realizada no ano de 1828, como indica uma placa de madeira na zona da sua entrada.

O Pavilhão Budista foi também restaurado no ano de 1828. É de maior dimensão e mais refinado em termos dos pormenores arquitectónicos. Possui um santuário dedicado à deusa dos navegantes, com uma estrutura de quatro pilares, assim como uma área de retiro. A fachada é ornamentada com uma porta em forma de lua, com esculturas de várias cores a decorá-la.

O Pavilhão do Pórtico foi construído em granito, com cerca de quatro metros e meio de altura. Possui decorações representando animais em cerâmica nos beirais do telhado de pontas levantadas e noutras secções. Perto da sua porta principal, guardado por um par de leões em pedra, encontra-se o Arco Memorial que conduz os crentes ao Pavilhão de Orações, que se encontra em frente ao Pavilhão da Benevolência. O Arco e estes 3 pavilhões encontram-se alinhados no mesmo eixo.






Avenida Almeida Ribeiro (Avenida princial) A minha mãe trabalhava nessa avenida...






Fortaleza do Monte

No contexto dos ataques da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais a Macau entre 1603 e 1622, a fortificação remonta a uma cerca erguida pelos religiosos da Companhia de Jesus para defesa do monte de São Paulo, concluída por volta de 1606. Posteriormente, entre 1617 e 1626, em posição dominante sobre o seu cume, foi erguida a chamada Fortaleza do Monte, como parte de um vasto complexo que integrava o Colégio e a Igreja de São Paulo.

Este complexo era denominado como "Acrópole" e constituiu a principal estrutura defensiva da cidade, tendo se destacado quando da tentativa de invasão Neerlandesa em 1622.

Entre 1623 (ano da chegada do primeiro Governador de Macau, D. Francisco Mascarenhas) e 1746, a fortaleza tornou-se a residência governamental e um importante centro político e militar de Macau. A partir de 1746, como consequência da mudança de residência do Governador para o Palácio do Governador (situado na Praia Grande), ela foi virtualmente abandonada.

Em Setembro de 1808 foi ocupada, juntamente com a Fortaleza da Guia, por tropas da força expedicionária sob o comando do contra-almirante William O'Brien Drury, comandante-chefe das Forças Navais Britânicas nos mares da Ásia, a pretexto de proteção contra a ameaça francesa. Esse efetivo foi reembarcado no final desse mesmo ano, por força da concentração de cerca de 80.000 homens do exército chinês diante das portas da cidade.

Em 1835 um grande incêndio destruiu o Colégio e a Igreja de São Paulo, da qual apenas permaneceu a fachada de pedra que hoje vulgarmente designamos por Ruínas de São Paulo, mas que também causau danos irreparáveis aos edifícios da fortaleza. Após o incêndio, os edifícios da fortaleza nunca mais foram reconstruídos. Décadas mais tarde, a Fortaleza do Monte foi transformada num parque público devido à vegetação que cresceu naturalmente nos terrenos da fortaleza. Actualmente é um espaço muito popular entre os residentes e turistas pelo facto de ela oferecer uma vista panorâmica de Macau.

O único edifício da fortaleza que escapou do grande incêndio era um escritório do Departamento Meteorológico. Foi neste edifício, composto por dois níveis subterrâneos e um terceiro acima da plataforma no topo da fortaleza, que, em 1998, instalou-se o Museu de Macau que tem como principal objectivo contar a história do território.





Pousada S.Tiago da Barra (Hotel de 5 Estrelas)






Dr. Sun Yat Sen Memorial House -
Casa Memorial do Dr. Sun Yat Sen, situa-se em Macau, onde ex-membros da família e parentes de Sun Yat-sen, o "Pai da Moderna China "de Taiwan e China usou para se viver. A casa testemunha a sua curta, mas significativa em Macau no início do século 20, onde Macau servir como ponto de partida para viagens de Dr. Sun em todo o mundo, mas também atuar como um importante espaço no qual ele conduziu atividades revolucionárias e, finalmente, como o lugar ideal que ele escolheu para resolver a sua família nos anos posteriores.




Receitas Macaenses!